terça-feira, 29 de setembro de 2009

Congresso aprova Plano Nacional de Cultura

Por unanimidade, foi aprovado na Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados o Plano Nacional de Cultura, que dá marco legal para as políticas da área pelos próximos dez anos. Ainda na Câmara, a Comissão Especial que analisava a PEC 150 aprovou, também por unanimidade, a proposta que destina 2% do orçamento federal para as políticas culturais, além de 1,5% para os estados e 1% para os municípios.

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Países Ibero-americanos discutem Cultura e Transformação Social

De 30 de Setembro a 03 de Outubro, 22 países da América Latina e da Península Ibérica se reúnem para discutir as potencialidades da cultura ibero-americana, é o II Congresso de Cultura Ibero-Americana com o tema "Cultura e Transformação Social".

O objetivo do evento é promover um intercâmbio de conceitos e práticas que contribuam para a formação e o fortalecimento de políticas públicas que considerem a cultura como campo fértil para o desenvolvimento econômico e social. Além do desenvolvimento econômico e social, será debatido temas como indústrias culturais nas regiões iberoamericanas, audiovisual e a identidade, e cultura, educação e sustentabilidade. Confira a programação completa.

Países participantes:
:: América Latina - Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela;
:: Península Ibérica - Andorra, Espanha e Portugal.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Congresso vota Plano Nacional de Cultura

Propostas estruturantes para a Cultura devem ser votadas nesta quarta-feira, 23 de setembro, no Congresso Nacional, em Brasília. Às 10h, o Plano Nacional de Cultura (PNC) está na pauta da Comissão de Educação e Cultura (CEC) da Câmara dos Deputados, e, às 14h30, a Proposta de Emenda Constitucional que vincula receitas orçamentárias para a área cultural, a PEC 150, na da respectiva Comissão Especial de Tramitação.


O Projeto de Lei do PNC (PL nº 6.835/2006) tramita na CEC, na qual foi apresentado substitutivo pela relatora, a deputada Fátima Bezerra (PT-RN). O Plano orientará as políticas culturais num horizonte de dez anos. Trata-se do primeiro planejamento de longo prazo no setor, elaborado com base em debates e estudos realizados desde 2003, com intensa participação social.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Concurso aborda Cultura e Transformação Social

Estão abertas até 03 de novembro as inscrições para o Concurso de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais Digitais Inéditas de Curta Metragem, nos Gêneros Documentário ou Telerreportagem, sobre o tema “Cultura e Transformação Social”- Nós na Tela. Serão contemplados 20 projetos com o valor de R$ 30 mil cada um. Os filmes devem ter 15 minutos de duração.
A iniciativa do Ministério da Cultura, no âmbito do Programa Mais Cultura e por meio da Secretaria do Audiovisual (SAv) e da Secretaria de Articulação Institucional (SAI), em parceria com a Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCom) e a Sociedade Amigos da Cinemateca, decidiu realizar o Nós na Tela, um concurso de apoio à produção de obras audiovisuais de curta metragem, voltado para o público jovem como forma de expressar sua visão de mundo e seus valores.

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Nós na Tela
Informações: nosnatela@cinemateca.org.br ou do telefone (11) 5084.3252.


Com informações do Minc e Carina Teixeira / Cultura e Mercado.

Acompanhe as mudanças da Lei Rouanet

A Lei 8.313, popularmente conhecida pelo nome do então ministro da Cultura Sérgio Paulo Rouanet, define as formas como o governo federal deve incentivar a produção cultural no Brasil. Após sua aprovação, em 1991, ela já foi alterada algumas vezes e sofreu regulamentações. Agora, o governo federal propõe uma nova reforma, para ampliar a capacidade de fomento à cultura e aumentar as formas como o produtor pode acessar os recursos.

Saiba o que muda com o novo projeto.

Incentivo pela Lei Rouanet perde abatimento de 100%

Segundo o Ministério da Cultura, os próprios empresários pleitearam a participação de no mínimo 20% de dinheiro privado no processo

O texto da reforma da Lei Rouanet deve trazer uma novidade que promete gerar acalorada discussão: não haverá mais a possibilidade de dedução de 100% do valor investido num projeto com renúncia fiscal.

No início do plano de reforma, anunciado no primeiro semestre, o novo texto previa 6 faixas de dedução do imposto devido para fins de renúncia fiscal: 100%, 90%, 80%, 70%, 60% e 30%. Os debates subsequentes, no entanto, teriam criado a sensação de que era preciso exigir uma contrapartida maior da iniciativa privada.

Segundo o Ministério da Cultura, os próprios empresários pleitearam a participação de no mínimo 20% de dinheiro privado no processo de incentivo fiscal. "É um piso mínimo. Dessa forma, o mecenato será de fato uma parceria público-privada", diz o ministro interino da Cultura, Alfredo Manevy.

Manevy diz que prefere não falar no "fim dos 100%" de abatimento, para não criar um "pavor injustificado" entre os produtores culturais. Segundo o governo, o fato de que o novo sistema de incentivo fiscal terá fundos de incentivo direto (sem a necessidade de captação no mercado) será suficiente para dar segurança às artes.

Pela nova legislação, metade do dinheiro arrecadado pelo Fundo Nacional de Cultura deverá ser obrigatoriamente repassado a Estados e municípios. Mas trata-se de um dinheiro "carimbado", ou seja, não poderá ser utilizado em despesas de custeio dos Estados e municípios - terá de ser necessariamente transferido a artistas e produtores por meio de editais públicos.

A extinção dos 100% de dedução fiscal já provoca uma gritaria forte em alguns setores da cultura. "Vai ser um apagão cultural", brada Odilon Wagner, presidente da Associação de Produtores Teatrais Independentes (APTI). "Eles vão dar o golpe fatal e enterrar a cultura de vez", reclamou.

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O Estado de São Paulo, por Jotabê Medeiros, 18/09/2009.

domingo, 20 de setembro de 2009

Novos rumos para o Plano Nacional de Cultura

Lançado esta semana na Câmara dos Deputados, o Plano Nacional de Cultura é o mais importante instrumento da política cultural brasileira. Ele define a abrangência e diretrizes concretas para lidar com a questão cultural. O documento está excelente, pois reúne as discussões promovidas pela sociedade nos últimos anos.


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